Mate com limão
Mate com limão

Mate com limão
Esta é uma crônica ao grande amor da minha vida. À única coisa que apesar da insistente convivência e repetidos encontros, nunca perde a graça, não atrasa um passo, não se desfaz em tristeza, mesmo no final.
Amada por mim, odiada por outros, a fiel portadora do título “não se pode agradar a todos". Companheira à qualquer momento, sempre infalível quando o assunto é trazer alegria a quem tiver a honra de sua presença.
De personalidade forte, mas sempre agradável ao conhecer, surpreende. E ao contrário das convenções sociais ou o que mandam as boas normas de convivência, é na sua frieza em que se mostra seus melhores atributos.
Houveram vezes em que achei melhor separar-mos, tentar novas experiências, mas é em sua presença em que me alegro como nunca, como se jamais tivesse cogitado qualquer outra coisa.
Se vício pelo fato de não beber ou não conhecer outra distração além do volante capaz de me dissociar de meus próprios demônios, ergo o copo em tua homenagem, do jeito que você merece. De todas as obras deste terrível mundo que a terra há de comer um dia, és a melhor, sem dúvida.
Mate geladinho hmmm



