Porquinho de Quimono
Um teste, um barzinho e a calmaria

Não há como açucarar o amargo: eu trabalho demais. Mesmo home office, os textos, testes e avaliações requerem minha total atenção e tempo, que se não dosados, costumam empilhar. Na constante montanha de coisas por fazer, esqueço até de mim.
“Você precisa sair mais e fazer o que gosta”, disse minha parceira. E ela tem toda a razão. Às vezes me impressiona quanta razão cabe em um metro e meio de maravilhosa pessoa. Mas, com o recado dado, decido sair e fazer algo diferente: juntar um teste da semana e a fome por quitutes, e rumo à Zona Norte.


Amores, família, amigos, trabalho, tudo vira assunto. A grande surpresa viria no Bar da Frente, na Praça da Bandeira. Dos muitos temas, um deles foi interrompido por duas iguarias: um Gurjão de Bacon (panceta empanada em massa fininha) e o Porquinho de Quimono (um harumaki de costelinha e requeijão de ervas).


Boa comida, prosa e revelações à mesa, que me lembraram que nem todas as minhas decisões precisam ser forjadas no fogo, e podem ser leves.

(Ela não me pagou para dizer isso e nem tô fazendo média, só to retribuindo o favor).
Epílogo: BYD Dolphin Mini

Claro, aproveitei para avaliar o BYD Dolphin Mini que estava comigo na semana. Pequeno, o elétrico impressiona pela agilidade, cujo desenho não entrega de primeira. Claro, ele tem seus defeitos, sendo um deles a suspensão traseira, que mais parece ser feita de gelatina, principalmente em alta velocidade. Muita confiança pode assustar. Contudo, fica meu agradecimento à BYD do Brasil pelo empréstimo.
Eu adoraria contar em detalhes sobre esse carro, mas o texto do Audi A3 já está atrasado, e ele é prioridade. Te conto mais na próxima.



